Quando escutamos falar de
serial killer,
já vem na cabeça algumas histórias estrangeiras, sejam elas fictícias
ou não. Existem filmes e séries de terror por exemplo, que abordam esse
tema o tempo todo. Provavelmente você já ouviu falar sobre
Jack, o Estripador.
O problema é quando o serial killer realmente existe. Caracterizado
como uma pessoa de perfil psicopata, comete assassinatos com frequência,
e alguns deles ainda gostam de deixar uma espécie de assinatura.
Pessoas que estariam acima de qualquer suspeita, aparentemente
inofensivas, mas que são extremamente perigosas e maníacas.
O Brasil é considerado um dos países onde mais são cometidos
homicídios no mundo, e isso não é nenhuma novidade. O fato é que nós não
estamos livres de
serial killers, e já tivemos casos
muito bizarros também. Separamos aqui, os 8 piores casos de assassinato
em série que aterrorizaram o país. Confere aí!
1 – Preto Amaral

Nascido em Minas Gerais, chegou a residir em vários estados do país,
até que finalmente decidiu ficar em São Paulo. José Augusto do Amaral,
conhecido como Preto do Amaral, atraía jovens rapazes com a proposta de
dar-lhes trabalhos rápidos, uma espécie de bico.
Assim que alguém caía em sua história, ele levava a vítima para um
local deserto e ali, o estrangulava e violentava seu cadáver. Em 1926,
ele matou e estuprou o corpo de 3 rapazes. Mais tarde, outros 3 jovens
prestaram queixa à polícia contra ele, e haviam 5 rapazes desaparecidos,
provavelmente, vítimas do homem.
Assim que foi preso, o exame médico averiguou que Preto do Amaral
tinha um pênis muito grande, e que segundo ele mesmo, isso o atrapalhava
a ter relações sexuais e foi ocasionado por uma simpatia feita quando
era mais jovem. Morreu antes mesmo de ser julgado, no ano de 1927.
2 – Bandido da Luz Vermelha
João Acácio Pereira da Costa, nasceu em Santa Catarina mas era
morador de Santos desde criança. Ficou conhecido como Bandido da Luz
Vermelha, não foi por acaso. Ele praticava assaltos à residências com
frequência, mas de uma forma muito peculiar: antes de invadir uma casa,
sempre desligava a energia antes. Entrava descalço, e mascarado ao
estilo faroeste, usando uma luz vermelha para iluminar seu caminho.
Foram cerca de 7 anos cometendo crimes do tipo sem ser pego. Responsável
por 77 assaltos na cidade de São Paulo, entre 1960 e 1967.
Se transformou em serial killer quase que por acaso. Os 4 homicídios
cometidos por ele não foram planejados. Matou uma pessoa após uma briga
de bar, e as outras 3, foram vítimas que reagiram aos seus assaltos. Ele
conversava com suas vítimas, e uma delas, diz que foi obrigada a
cozinhar para ele enquanto terminava o assalto. O homem foi condenado a
351 anos de prisão, mas cumpriu apenas 30, conforme mandam as leis
brasileiras. Pouco tempo após sair da prisão, foi assassinado em uma
briga de bar. Irônico, não?!
3 – Vampiro de Niterói

Marcelo Costa de Andrade, era morador da Rocinha, no Rio de Janeiro.
Teve uma infância conturbada, sofria com problemas psicológicos e ainda
se prostituiu dos 10 aos 20 anos. Depois de adulto, desenvolveu certo
interesse por religião e misticismo. Afirmava ser evangélico.
No ano de 1991, Marcelo foi denunciado pelo sequestro, estupro e
homicídio de um garotinho de apenas 6 anos, sendo acusado ainda, de
cometer tal atrocidade na frente do irmão mais velho da criança, de 11
anos. Após isso, abusou dele também.
Depois de ser preso, ainda confessou que foi responsável pelo estupro
e morte de outros 13 garotinhos de Niterói, afirmando que essa seria
uma forma de libertá-los para que pudessem ir para o céu. Como se já não
bastasse, o apelido de
Vampiro de Niterói foi dado a ele, pois bebia o sangue de suas vítimas, com a intenção de tomar a beleza delas para ele.
4 – Chico Picadinho

Francisco da Costa Rocha cresceu no Espírito Santo. Filho de um rico
exportador de café e uma prostituta. Foi renegado pelo pai, que não
queria saber de sua existência. A mãe, continuava trabalhando como
prostituta para sustentar os dois.
Sem nunca ter tido uma base familiar, teve uma juventude bastante
conturbada, regada a sexo e drogas. Em 1966, cometeu seu primeiro crime.
Logo depois de ter relações com uma moça, a estrangulou. Para esconder o
ato, esquartejou o corpo. Um amigo dele ficou sabendo do acontecido e o
denunciou para a polícia, fazendo com que Chico fosse condenado a 20
anos de prisão, porém, ficou preso apenas por 10 anos já que apresentava
bom comportamento.
Depois que foi solto, voltou a cometer o mesmo crime. Uma garota de
programa foi estrangulada e esquartejada, tendo as partes de seu corpo
escondidas em uma mala. O homem novamente foi pego, e desta vez
condenado a 30 anos de prisão, e permanece até hoje.
5 – Monstro de Guaianases

Morador de São Paulo, Benedito Moreira de Carvalho era bombeiro da
Força Pública, foi expulso depois de ser acusado de tentar estuprar uma
jovem menor de idade. Já havia sido preso duas vezes antes de receber o
apelido de Monstro de Guaianases.
No ano de 1946, foi preso por estupro. Em 1949, foi solto e 2 anos
depois, cometeu o mesmo crime. Tornou-se um estuprador em série. Já no
ano de 1952 , começou a matar suas vítimas. Ele abordava mulheres e, às
vezes, crianças, pedindo sexo.
Ao receber resposta negativa, estrangulava as vítimas e violentava
seus corpos. São registradas ao todo, 29 vítimas sendo que destas, 12
foram mortas. Benedito morreu na cadeia, após um infarto.
6 – Febrônio Índio do Brasil

Nasceu em Minas Gerais, mas morou a maior parte de sua vida no Rio.
Havia sido preso 8 vezes por roubo, furto, chantagem, fraude, entre
outros crimes. Fingia ser dentista depois de roubar um diploma.
Febrônio foi acusado de várias tentativas de estupro seguidas, e
acabou assassinando um rapaz de 20 anos de idade e uma criança de 10.
Foi preso em 1927, e ainda matou o colega de cela, que havia se negado a
ter relações sexuais com ele. O caso ganhou bastante repercussão na
mídia nacional, o que fez com que outros 6 jovens fossem até a polícia
identificá-lo como estuprador.
No peito do homem, estavam tatuadas as letras D C V X V I, que tinham
para ele, alguma mensagem sobre santidades, já que Febrônio dizia ter
criado sua própria religião. Tinha problemas mentais graves, e por essa
razão, não pôde ser condenado por nenhum de seus crimes. Foi encaminhado
para um manicômio, onde ficou até a morte, em 1984.
7 – Pedrinho Matador

Foi aos 14 anos que Pedro Rodrigues Filho cometeu seu primeiro
assassinato, ao matar o filho do vice prefeito de sua cidade natal, em
1968, e também o vigia de sua casa. Ao se mudar para São Paulo, antes
mesmo de completar 18 anos, foi o responsável por uma chacina, onde
invadiu o casamento de um rival e matou 7 pessoas. Justifica dizendo que
era para vingar a morte de sua namorada.
Foi condenado a 128 anos de cadeia, passando 30 anos preso, e foi aí
que se “consagrou” como matador. Ele assassinou 47 pessoas. O que mais
impressiona é que chegou a matar o próprio pai, este, que havia matado a
mãe de Pedro a facadas. Finalizou a vingança ao comer seu coração.
No ano de 2007 foi solto, mas 4 anos depois, voltou para a cadeia.
Tem em sua ficha 71 homicídios, e afirma ainda que foram sempre contra
homens maus e que cometeram algum tipo de violência contra mulheres ou
crianças. Poderá ser solto em 2019, já com 65 anos de idade.