14 de out de 2016

Os 6 experimentos mais absurdos de todos os tempos




E quantas descobertas incríveis a ciência já fez para melhorar as nossas vidas? Mas para fazer essas descobertas fantásticas, os especialistas sempre precisam fazer experimentos, e as vezes esses experimentos podem ser um tanto bizarros, hoje nós vamos mostrar outros experimentos absurdos, que vão deixar algumas pessoas impressionadas.
É claro que é preciso fazer experimentos para que a ciência descubra as coisas, mas os cientistas as vezes fazem estudos que ficamos pensando se realmente terá alguma utilidade, como alguns itens que vocês vão ler nessa matéria. Então, caros amigos, confiram agora a nossa matéria com os 6 experimentos mais absurdos já feitos:

1 – Tartarugas e bocejo

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Quando bocejamos perto de outra pessoas, acabamos fazendo com que ela faça o mesmo, e esse fenômeno não é exclusivo dos seres humanos. Alguns cientistas já tentaram descobrir se uma tartaruga era capaz de fazer outras bocejarem, o problema foi que eles primeiro precisaram treinar uma tartaruga a bocejar sempre que eles quisessem. Foi aí que a Dra. Anna Wilkinson, da Universidade de Lincoln, no Reino Unido, gastou seis meses de sua vida acadêmica ensinando uma tartaruga a bocejar. E nenhum de seus colegas pensou em fazer uma intervenção.
O processo usado foi condicionamento comportamental básico. Se você quiser fazer o mesmo com sua tartaruga, basta colocar um pedaço de papelão vermelho na frente dela e encará-la. Cada vez que ela abrir a boca ou fizer qualquer coisa parecida com um bocejo, alimenta-se com um pedaço de alface. Ao longo dos meses, a tartaruga irá aprender a bocejar em resposta ao papelão, sem alface. Depois de todo esse trabalho, os cientistas colocaram a tartaruga bocejando em frente a outra e adivinhem!? Nada aconteceu!
O estudo então sugeriu que o bocejo contagioso não é resultado de um padrão neural que é acionado sempre que animais superiores veem outros membros de seu grupo bocejando, mas sim algo que requer uma cognição social que criaturas de ordem inferior (como tartarugas) não possuem. Se isso for realmente verdade, poderia fornecer uma nova visão sobre a forma de como entendemos a cognição animal.

2 – Gibão e gás hélio

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Se você tivesse uma balão de hélio agora, o que você faria? Com certeza você sugaria o ar para poder falar com uma voz engraçada. O único motivo pelo qual não fazemos o mesmo com os nossos animais de estimação é porque é difícil controlá-llos e fazê-los sugar uma bexiga. Mas o primatologista Takeshi Nishimura, da Universidade de Kyoto, no Japão, colocou um gibão em uma câmara cheia de hélio a fim de estudar os sons que o animal produzia.
O hélio mudou a voz do primata, que antes parecia um cachorro pedindo para entrar em casa, e depois passou a soar como um filhote de cachorro que acabou de apanhar. Mas fiquem vocês sabendo que o cientista não fez isso só por diversão, pois ele e seus colegas estavam tentando descobrir o mecanismo pelo qual os gibões fazem seus ruídos.

3 – Golfinhos e a linguagem humana

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No ano de 1965, o pesquisador John C. Lilly e seus colegas fizeram um estudo de 10 semanas para ver se um golfinho poderia aprender alguns conceitos básicos da linguagem humana, como cores e números. E a melhor forma de se fazer isso é colocar um golfinho e um ser humano do sexo oposto para passar um bom tempo juntos. Um golfinho macho chamado Peter ficou isolado em uma casa com a estudante Margaret Howe e, no início, o golfinho era um perfeito cavalheiro, expressando o seu amor com presentes como peixe congelado. Quando Maggie não retribuiu o interesse, ele começou a morder e machucar a estudante, na tentativa de convencê-la. Isso perturbou os pesquisadores o suficiente para eles decidirem levar Peter em visitas conjugais com membros da sua própria espécie. Mas isso não deu certo, pois Peter provou seu afeto através de obsessão pela única pretendente que não correspondia o seu amor.
Assim, a fim de fazer com que Peter fosse mais cooperativo com o estudo, Maggie consentiu em esfregar seu pênis com os pés e as mãos. Após o resultado se concluído, Maggie escreveu um relato bizarro sobre o tempo com Peter, dizendo que seus momentos íntimos não foram assustadores, mas sim bonitos. Lilly considerou o estudo um sucesso, já que Peter de fato pegou alguns conceitos linguísticos básicos.

4 – Chimpanzés e a bunda de seus colegas

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Pesquisadores queriam descobrir se chimpanzés podiam reconhecer seus amigos olhando apenas para suas bundas, foi então que Frans de Wall e Jennifer Pokorny do Centro Nacional de Pesquisa de Primatas Yerkes (EUA) primeiro fotografaram alguns traseiros interessantes, certificando-se de que os órgãos genitais estavam aparecendo. Depois eles pegaram os amigos dos chimpanzés fotografados e os forçaram a olhar para as fotos enquanto gritavam algo como “Reconhece isso?”.
Por acreditem, eles reconheceram! Seis chimpanzés diferentes foram testados dessa forma e conseguiram dizer: “Sim, essa é a bunda do João”. Claro que eles não podiam falar, mas os pesquisadores fizeram um programa de computador onde eles podiam escolher a foto do chimpanzé correto (exatamente como na imagem acima). Esse estudo foi importante para sabermos que o conceito de “integração do corpo inteiro” era algo que só sabíamos que os seres humanos eram capazes de compreender.

5 – Expressões faciais e ratos decepados

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No ano de 1963, o psicólogo social Stanley Milgram publicou um estudo revolucionário que mostrou como pessoas comuns concordariam em fazer coisas horríveis se respeitassem a autoridade de quem emitiu a ordem. Enquanto muitos já ouviram falar por aí sobre esse estudo, poucas pessoas se lembram que essa pesquisa já havia sido feia na década de 1920. Bom, no ano de 1924, o estudante de pós-graduação Carney Landis, que era um tanto lunático, estava interessado em conformidade com a autoridade e resolveu fazer um experimento bizarro que envolvia convencer os participantes de um estudo a fazer algo perturbador para que ele pudesse gravar suas expressões faciais.
Landis forçou as pessoas a fazer um monte de coisas que elas achariam repugnantes, como assistir pornografia ou tocar animais nojentos. Para o ato final, ele deu-lhes alguns ratos brancos vivos e os pediu para decapitar os animais enquanto fotografava suas expressões, e dois terços das pessoas voluntariamente fizeram a experiência, apesar de estarem apavorados. Alguns recusaram e então Landis decapitou o rato na frente deles para ainda poder registrar suas expressões. Landis acabou descobrindo que não há uma única expressão que as pessoas fazem quando estão com nojo ou angustiadas, como vocês podem ver na imagem.

6 – Perus machos e uma cabeça em uma estaca

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Os pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA), Martin Schein e Edgar Hale, em 1965, começaram um experimento para entender o desejo sexual dos perus, e eles deram início ao procedimento usando um modelo do animal do sexo feminino. Os animais vivos tentaram fazer sexo com o modelo, pois são apenas perus e a visão de um objeto em forma de peru foi o suficiente. Os pesquisadores então cortaram  os pés, a cauda e as asas do modelo para ver o que acontecia, e os animais continuaram interessados pela “coisa” na mesma medida. Os continuaram removendo as partes do peru até que só restasse a cabeça do modelo em uma vara, e acreditem, isso não desanimou os machos, pois a cabeça era o suficiente para mantê-los interessados.
Isso foi provavelmente uma informação útil para os fazendeiros que procuram a melhor maneira de criar perus, mas não uma desculpa para os pesquisadores decidirem usar uma cabeça real decepada de um pero em uma vara para conferir se os machos ainda ima querer fazer sexo.

Fonte: Fatos Desconhecidos



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