18 de mai de 2017

As 3 mulheres mais perigosas do mundo




Quanto mais a sociedade evolui, mais o conceito de “sexo frágil” dado às mulheres fica ultrapassado e errado. Hoje em dia, é um tremendo equívoco pensar que as mulheres são apenas ‘donzelas indefesas’ que dependem de seus “príncipes”. Pelo contrário, a cada dia que passa parece ficar mais claro que o destino das mulheres é dominar o mundo!
Muito além de compras, batom e salto alto, uma mulher pode ser fatal quando provocada. Podem ser sensíveis e sentimentais, mas podem ser também frias, calculistas e cruéis quando querem. Não são poucos os casos em que mulheres ficaram conhecidas por crimes chocantes que cometeram, arquitetando planos dignos de chefões da máfia.
Confira aqui as 3 mulheres mais perigosas do mundo, e pense duas vezes antes de taxar uma mulher como frágil e indefesa!
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1. Samantha Lewthwaite

As 3 mulheres mais perigosas do mundo

De naturalidade irlandesa, Samantha Lewthwaite se encontra na lista de procurados da Interpol, pelo envolvimento no ataque a um shopping center em Nairobi (Quênia). Ela ficou famosa em 2005 ao aparecer como a misteriosa esposa grávida de um terrorista que suicida que promoveu um ataque terrorista no metrô de Londres. Apareceu anos depois com sua nova turma do grupo terrorista Al-Shabab no Quênia, onde é procurada pelas autoridades após um ataque a bomba em Mombasa.

2. Enedina Arellano Felix

As 3 mulheres mais perigosas do mundo

Também conhecida como “La narcomani” ou “La Jefa”,  Enedina Arellano Felix (que é graduada em Ciências Contábeis) é considerada a soberana do crime internacional. Em 2008 entrou para o cartel de Tijuana, enquanto seus irmãos estavam presos. A senhora lidera uma das organizações mais perigosas da história do México.

3. Maria Licciardi

As 3 mulheres mais perigosas do mundo

Também conhecida como “La Piccolina”, Maria Licciardi comandou a facção mafiosa Camorra de Nápoles entre 1993 e 2001. Entre os últimos crimes que cometeu foi a escravização de uma jovem para prostituição. Foi capturada um ano depois que uma disputa de heroína que terminou em guerra, com carros-bomba e bazucas matando 100 pessoas na periferia de Nápoles. De acordo com um sociologista italiano, ela continua comandando o crime mesmo de dentro da prisão.





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